Os valores dos trabalhos de campo não estão inclusos na inscrição do encontro, logo, deverão ser pagos separadamente.

A alimentação nos trabalho de campo será de responsabilidade de cada participante.

As inscrições nos Trabalhos de Campo deverão ser feitas no credenciamento do evento.

LISTA DOS TRABALHOS DE CAMPO

(Página em construção. Haverão outros trabalhos de campo)

1 – “Da lama ao caos, do caos a lama…”: O Espaço dos Homens Caranguejos – 45 Vagas

Áreas ocupadas por Mangue (praticamente todo litoral brasileiro). Características da vegetação de Mangue (solo, vegetação, fauna, etc). Impactos ambientais (principalmente a ocupação humana com o crescimento urbano. O litoral é a área mais densamente ocupada no Brasil). O Mangue enquanto ecossistema de subsistência humana. Movimento Manguebeat e suas influências. Impactos gerais.

2 – Estrutura Fundiária Alagoana – 45 Vagas

A aula consistirá em uma viagem de Porto de Pedras até Porto Calvo, subindo o rio Manguaba que entra no mar na primeira cidade e banha a segunda. As margens do Manguaba nesse trecho (cerca de 20 km) receberam os primeiros engenhos e latifúndios de Alagoas no final do século XVI. O objetivo da aula é situar o aluno diante das especificidades geográficas e históricas do latifúndio colonial açucareiro em Alagoas, preparando-o para comparar com mais precisão as especificidades e identidades entre aquela estrutura fundiária e a existente no presente na mesma região (marcada pela decadência da atividade canavieira e o surgimento de Projetos de Assentamentos Rurais).

3 – Patrimônio Histórico: Marechal Deodoro e Suas Rugosidades- 45 Vagas

A aula tem como objetivo conhecer as especificidades da cidade de Marechal Deodoro, discutindo sua historicidade e por meio desta  sua configuração atual, fazendo uma análise das categorias da geografia neste espaço. O roteiro consiste em conhecer o Patrimônio Histórico da Cidade (Palácio do Provincial, Casa Deodoro, Igrejas, Conventos, Museu de Arte Sacra).


4 – Da Restinga à Foz do Rio São Francisco: Uma Análise E Compreensão de sua Paisagem – 45 Vagas

Neste campo partimos para conhecer a paisagem da litoral sul, o rio São Francisco e sua foz. Todavia, o que guiará a aula, será a curiosidade de cada pessoa.  Partindo desta compreensão, planejamos o roteiro da aula com os pontos de referências preestabelecidas. Assim, nossos estudos se deram com paradas nos seguintes lugares, onde analisávamos as questões explicitas a seguir:

Ilha de Santa Rita: “Unidades de Conservação versus Crescimento Econômico”;

Praia do Francês: “Formas de apropriação do relevo, turismo e potencialidades econômicas”;

Mirante do Gunga: “Turismo, questão ambiental e questão agrária”;

Piaçabuçu: “Limitação urbana e econômica”;

Foz do Rio São Francisco: “Mitos e verdades do velho Chico, vai seca ou não?”.

Ademais serão observados ao longo do trecho, aspectos da paisagem referente ao agrário, ao urbano, tipos de ocupação da terra, diversidade do relevo e do clima, formas de apropriação da natureza, população humana, diversidades socioculturais etc.

5 – Aspectos Geoambientais da Praia do Francês e Marechal Deodoro – 45 Vagas

A praia do Francês esta localizada no Município de Marechal Deodoro, que fica a 20 km de Maceió, localizado entre o mar e a Laguna Manguaba (a maior de Alagoas, com 34 km de extensão). Esta etapa de campo terá como objetivo a analise ambiental das diversas formas de paisagens, bem como canais e ilhas, alem de um imenso manguezal.  Será  observado e discutido as unidades geológicas e geomorfológicas do litoral sul alagoano.  Por fim, visita ao centro da cidade de Marechal Deodoro tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional.

6- Percepção Ambiental na APA do Catolé

A APA é uma “área de proteção ambiental”, um dos tipos de Unidade de Conservação estabelecidos pelo poder público; área, em geral, extensa com certo grau de ocupação humana, dotada de atributos abióticos, bióticos, estéticos ou culturais essencialmente importantes para a qualidade de vida da população nativa. As áreas incluídas numa APA apresentam características naturais importantes e têm o apoio das leis para garantir a sua preservação. Os principais objetivos de uma APA são: proteger paisagens e belezas cênicas, como também, rios, nascentes e riachos; incentivar o uso equilibrado dos recursos naturais; estimular o desenvolvimento regional e preservar as espécies animais e vegetais. A APA do Catolé abriga um manancial que abastece parcelas significativas da população de Maceió. O objetivo da aula de campo é promover aos seus visitantes uma percepção com base em um estudo do meio, uma dimensão dada ao conteúdo e à prática da educação orientada para a resolução dos problemas concretos do meio ambiente através de enfoques interdisciplinares e de uma participação ativa e responsável de cada indivíduo e da coletividade.

Total de vagas: 30

7 -“Do Campus da UFAL às Nove Ilhas do Pontal: A Geografia não se resume a imagens, e sim a realidades”

Buscar ir além das observações superficiais e indutivas sobre a paisagem, tendo nesta atualmente, o homem como um dos elementos transformadores. Os impactos e importância deste para o desenvolvimento da capital, e sua contribuição para as transformações no espaço habitado.

Oferecer aos atuais e futuros geógrafos e áreas afins, a compreensão e debate sobre o conhecimento da transformação da área estudada, como base os aspectos geomorfológicos, socioeconômicos e ambientais para então compreender a historicidade da cidade de Maceió/AL.

Analisar conhecimentos sobre a geomorfologia ao decorrer da saída de campo, e principalmente na Laguna Mundaú.

Identificar corredores de serviços, seus contrastes e importâncias na dinâmica da cidade.

45 Vagas

8- Pilar, Terra das Alagoas e Suas Singularidades

A cidade de Pilar situa-se a 37 km de Maceió, limitam-se ao norte com os municípios de Atalaia e Rio Largo, ao sul com Marechal Deodoro e São Miguel dos Campos, a leste com a Laguna Manguaba e a oeste com Atalaia e Anadia. Nesta aula de campo, teremos como foco as belezas naturais da cidade, integrantes das dinâmicas sociais promovidos pela reprodução no espaço geográfico. Partindo deste pressuposto, esquematizamos o roteiro: no Mirante terão o primeiro contato com as belezas naturais da cidade, na Igrejas do Rosário e a Casa de Arthur Ramos serão abordadas as características socioculturais, no Cruzeiro que além da visão panorâmica da Laguna Manguaba que compõe o Complexo Estuarino Lagunar Mundaú Maguaba – CELMM, poderão observar a estrutura do desenvolvimento urbano da cidade e ter contato com os artesãos na produção da vassoura com a palha do uricuri, no Vale das Marrecas a proposta é aguçar a percepção sobre os impactos ambientais do território, além de apreciar o principal recurso hídrico do município, na Companhia de Saneamento Básico de Alagoas – CASAL os estudantes poderão avaliar o processo de tratamento d’água, finalizando na Orla Lagunar em que as avaliações sobre o trajeto serão discutidos.

45 Vagas

9      -  Maceió: De Norte a Sul, de Leste a Oeste

A Capital do Estado de Alagoas é caracterizada por abranger contraditórias paisagens, que refletem a combinação entre sua situação geográfica privilegiada e o histórico contexto socialmente injusto. O cenário de Praias paradisíacas, “mares de cana” e reservas de Mata Atlântica dividem o espaço com o povoamento sem planejado, a concentração radical de renda e a miséria.

Itinerário

Saída: 7h

  • APA (Área de Proteção Ambiental) DE FERNÃO VELHO E CATOLÉ
  • Clima Bom: Êxodo Rural, povoamento desplanejado, assistencialismo;
  • Antiga Pedreira: Extrativismo (Parada = Vista para o Vale do Mundaú);
    • Paisagem em Transformação;
    • Utilização conflitante do espaço: Laguna, UC, Cidades e Bairros Históricos, Usina de Enxofre, Criação de Búfalos;
    • Sistema de Abastecimento de água do Catolé;
    • Conservacionismo X Ocupação desplanejada;
    • Urbano X Rural;
    • Mundaú (Laguna ou Lagoa?);

Rio Novo:

  • Fernão Velho: Historicidade do Bairro
    • Vila Pedreira;
    • Fábrica Carmem;
    • Vila Operária;
    • Movimento Sindical: Greves de 1932;
    • Goiabeira
      • Vila Lupesinata;
      • Encrave Rural.
  • Santa Amélia (8h)
  • Desigualdade Social;
  • Condomínio Chácaras da Lagoa (Santa Amélia) X Conjuntos Rosane Collor e Colibri (Clima Bom): Um muro e duas realidades
    • Luxo X Miséria;
    • Segregação Urbana X Falta de oportunidade;
    • Planejamento X Oportunismo politiqueiro;
    • Valor Agregado a Natureza X Destruição.
    • Parada: (Posto Santa Amélia): Parque Municipal de Maceió (Conservacionismo X Ameaça Imobiliária); Igrejinha de Santa Amélia (patrimônio cultural); vista para Chã de Jaqueira, Petrópolis, Tabuleiro, Farol e Lixão de Maceió;
  • Chã de Bebedouro (8h45)
  • Parada 3: Mirante Guilherme Palmeira: Laguna Mundaú, Centro, Levada, Trapiche, Oceano Atlântico.
  • O aterramento da região oeste do Centro;
  • Bebedouro (9h05)
  • Historicidade e Patrimônio Arquitetônico;
    • História do Bairro;
    • Igreja;
    • Fundação Bom Conselho;
    • Castelo de Miguel Couto;
    • Áreas de Risco: Encosta de Tabuleiro;
  • Mutange (9h30)
  • Ocupação de encostas = Áreas de risco
  • Bom Parto (9h40)
  • Historicidade e Patrimônio Arquitetônico
    • Gruta do Padre;
    • Igreja de Nossa Senhora do Bom Parto;
    • Movimento sindical: Greves de 1932;
    • Fábrica de Tecido Alexandria e Vila Operária;
    • Violência: Tráfico de drogas – Bairro mais perigoso para jovens da cidade;
  • Levada (9h55)
  • A questão do esgoto;
  • Laguna Mundaú;
  • Potencial paisagístico e Miséria.
  • Centro (10h15)
  • Historicidade e Patrimônio Arquitetônico, economia e Poder Político;
    • Marco Zero: Praça da Catedral Metropolitana de Maceió
      • Catedral;
      • Praça Dom Pedro II
        • História do Busto
        • Biblioteca Pública e da Delegacia do Ministério do Trabalho;
          • Rixa dos Barões
        • Assembléia Legislativa;
    • Igreja de São Benedito (a Questão Racial); (10h45)
    • Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas;
    • Martírios (11h05)
      • Praça;
      • Igreja;
      • Palácio.
    • Deodoro (11h45)
      • Praça;
      • Teatro;
      • Academia Alagoana de Letras;
      • Tribunal de Justiça.
    • Cadeia (12h)
      • Quartel;
    • Rua do Comércio (12h10)
  • Almoço (13h)
  • Jaraguá (14h)
  • Museu da República;
  • Revitalização de Jaraguá: Segregação e fracasso;
    • A questão da favela;
    • A falência dos bares;
    • Jaraguá Antigo
  • Pajuçara (15h)
    • Erosão Marítima
    • Jacintinho (15h25)
      • Densamente povoado e populoso;
      • Crescimento Vertical;
      • Áreas de encosta;
      • Sítio São Jorge (15h35)
        • A questão do lixão;
        • Riqueza e miséria;
        • O vale do Jacarecica: Abrigo de comunistas na Ditadura Militar;
        • Guaxuma (16h)
          • Pressão imobiliária X Conservação = Capital Estrangeiro X Pescador

SAÍDA DO ÚLTIMO PONTO: 17H30

CHEGADA NA UFAL (PREVISÃO): 18h30.

45 Vagas

1 Resposta para “Trabalhos de Campo”


  1. 1 xviiieneg 6 de novembro de 2009 às 01:00

    oi as informações sobre os trabalhos ja foram atualizadas no site


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